Os Trabalhadores ligados às principais centrais sindicais do país saíram às ruas, em doze capitais, para uma “jornada de lutas”. A principal bandeira das manifestações foi a defesa da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê a redução da carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem corte nos salários. Por outro lado, confederações e associações patronais pretendem contra-atacar, exercendo pressão sobre os deputados federais e líderes partidários, para alertá-los do risco de “aumento no desemprego” e “desestruturação da economia” em caso de aprovação da medida.
O embate em torno do assunto já dura 14 anos no Congresso Nacional, mas começa a tomar contornos decisivos. Uma Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou no dia 30 de junho de 2009 por unanimidade a redução da jornada de trabalho.
A PEC 231, que trata do tema, está tecnicamente pronta para entrar em votação no plenário da Câmara dos Deputados. O texto ainda prevê um aumento do valor da hora extra de 50% do valor normal para 75%.
0 comentários:
Postar um comentário